sexta-feira, 30 de setembro de 2011

OTELO











Espetáculo: OTELO


Direção: Joca Andrade


Montagem: Coletivo Cambada


Dias: 01 e 02 de OUTUBRO
Horário: 20 horas
Local: Teatro Sesc Iracema (por trás do Dragão do Mar)
Ingresso: R$ 20 / R$ 10
 




OBS: Compartilhe a imagem de divulgação do espetáculo  no facebook , marque o Coletivo Cambada e pague o valor da meia entrada!!!




Coletivo Cambada, grupo criado 
 em 2006, por então estudantes do Curso Superior de Artes Cênicas do CEFET/CE (atual IFCE), inicia sua trajetória com os esquetes "No Ringue" e "Recém Casados", a performance "Rotoentreteniment LiquidificaZoom" e o espetáculo "Controle".

Novos caminhos surgem com os esquetes "[Sem] Meio Termo", "Exercício: Gestalt" e "Os Noivos"; os espetáculos "Jeu Rouge", "Quem tem medo do escuro?" e, seu novo trabalho, "OTELO".



Quer saber mais sobre o grupo acesse:


 http://www.coletivocambada.com.br/
 @cambada





quarta-feira, 21 de setembro de 2011

IV Festival UFC de Cultura

Música, teatro e dança nas noites do IV Festival UFC de Cultura

Depois de um dia repleto de debates, oficinas, mini-cursos e exposições, o IV Festival UFC de Cultura – Caminos de Nuestra América promove, nas noites de 17 a 21 de outubro, uma eclética programação gratuita e aberta à comunidade de shows e espetáculos de teatro e dança. Ao todo, 13 atrações locais, regionais e internacionais subirão nos palcos da Concha Acústica, no Benfica, e do Campus do Pici para celebrar o ecletismo cultural das artes do continente latino-americano. Na sexta-feira (21), o pernambucano Alceu Valença encerrará o evento.

SEGUNDA-FEIRA – Quem abre a programação noturna do Festival, no dia 17 de outubro, a partir das 19h, na Concha Acústica, é o grupo veterano Tarancón. Formada por Emilio de Angeles, Jorge Miranda, Ademar Farinha, Moreno Overá, Lucia Nobre, Jonathan Andreoli e Natália Gularte, a banda deu início à sua trajetória no meio estudantil, ainda na década de 1970. É pioneiro, no Brasil, em misturar música brasileira e latino-americana. De lá para cá, já foram mais de 3.500 apresentações, na companhia de artistas bolivianos, chilenos, cubanos, paquistaneses, marroquinos, espanhóis, argentinos, turcos, nicaraguenses, paraguaios, peruanos e uruguaios. O público que comparecer ao show poderá conferir uma mescla de músicas brasileiras com andinas, xaxados com zamponhas, cumbias e pontos com apitos, rumbas com afoxés, chacareras com baião. 

Depois do Tarancón, quem sobe ao palco é a cantora Marina de la Riva, estreando em Fortaleza. Filha e neta de exilados cubanos que vieram para o Brasil em 1964, Marina apresentará, além de suas raízes e ritmos latino-americanos, sambas e releituras do carnaval nordestino. O público verá uma mistura de sambas, marchinhas e baiões brasileiros com habaneras, congas e afoxés cubanos. Estão no repertório da cantora releituras de “Aos Pés da Santa Cruz” (de Mariano Pinto e Zé da Zilda), “Adivinha o quê?” (de Lulu Santos) e de “Bloco do Prazer” (de Moraes Moreira e Fausto Nilo), acompanhadas de “Pedacito de Cielo”, do cantor, compositor e pianista cubano Frank Dominguez, e da inédita “Este Mal de Amor”, do também cubano José Antonio Castilho, que Marina descobriu em uma de suas viagens a Havana.

TERÇA-FEIRA – A noite de terça-feira (18) reserva à Concha Acústica, no Benfica, espetáculos de dança e teatro. A primeira a se apresentar é a goiana Quasar Cia de Dança, que traz a Fortaleza o espetáculo “Céu na Boca”. O diálogo entre a tranquilidade do paraíso almejado e a realidade que vivemos é o mote da apresentação, que promove inovações no estilo criado pelo coreógrafo Henrique Rodovalho. A curiosidade pelas leis físicas e teorias do universo foi o ponto de partida para a concepção deste 22º espetáculo da Quasar, cuja estreia aconteceu em 2009. Além disso, explosões estelares, buracos negros e movimentos gravitacionais, como explica Rodovalho, serviram como alegorias no processo inicial de criação. “Porque o que mais interessava era colocar este contexto na construção de uma narrativa maior”, conta. Com figurinos de Cássio Brasil, o espetáculo possui narrativa não-linear, onde são geradas ações, reações e relações impregnadas de ironia, desejo, frustração e humor. “Céu na Boca” transita entre a densidade e a leveza, pois “existe uma constatação de que os desencantos são parte da vida e que devemos tirar proveito disso”, revela Rodovalho, que também assina a iluminação e a cenografia da apresentação.

Logo após, a Cia de Invenções Artísticas, da Bahia, apresenta a peça “MPB – Mulher Popular Brasileira”. É um espetáculo musical inteligente, que reflete de maneira divertida sobre as músicas brasileiras cuja temática é a mulher. Canções conhecidas do grande público, como “Amélia”, “Emília”, “Rosa”, “A Rita” e “Beatriz”, são executadas ao vivo e servem de ponto de partida para o desenrolar de situações surpreendentes. Dirigido por João Lima, o espetáculo da Companhia, composta pelo músico e ator Deco Simões e pelas atrizes Iara Villaça e Karina de Faria, foi criado depois de nove meses de pesquisa coletiva. Completam a peça os atores/músicos Janaína Carvalho (escaleta), Tarsila Passos (teclado) e Gilmário Celso (percussão).

QUARTA-FEIRA – Dando início à programação de shows no Campus do Pici, a noite será aberta, às 19h, pelo primeiro grupo musical classificado através da Mostra de Bandas Universitárias do Festival, que terá etapa classificatória nos dias 6 e 7 de outubro. Em seguida, o grupo carioca e alagoano Fino Coletivo – considerada a banda revelação de 2007 pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) – sobe ao palco para mais um show em Fortaleza em 2011, mas desta vez gratuito e aberto a todos. Formada por Adriano Siri, Alvinho Cabral, Alvinho Lancellotti, Daniel Medeiros, Donatinho e Rodrigo Scofield, a banda já lançou dois álbuns – “Fino Coletivo” (2007) e “Copacabana” (2010) – e deve tocar músicas que perpassam a sua trajetória, como “Boa Hora”, “Hortelã”, “Batida de Trovão” e “Fidelidade”. Também estarão no repertório sucessos do samba-rock nacional, como “Swing de Campo Grande”, gravada originalmente pelos Novos Baianos.

Quem encerra a noite de quarta-feira é o grupo argentino Terraplen. Produzido pelo premiado músico e compositor Gustavo Santaolalla, vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pelos filmes Brokeback Mountain (2005) e Babel (2006), o Terraplen mistura folclore argentino com as novas tendências da música eletrônica. O resultado são canções de caráter vanguardista em meio a ritmos do cone sul, como bagualas, zambas, carnavalitos, milongas e vidalas, equilibrando instrumentos tradicionais e eletrônicos e promovendo o melhor da atual música autoral da Argentina.

QUINTA-FEIRA – Depois de mais uma apresentação, a partir das 19h, de banda universitária, no Campus do Pici, terá início o show da paulista Bruna Caram. Cantando pela primeira vez em Fortaleza, ela é mais uma integrante do time de artistas da nova geração da música popular brasileira que tem recebido elogios da crítica especializada. Formada em Educação Musical pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Bruna apresentará o show de seu segundo álbum, “Feriado Pessoal”. O trabalho tem releituras de canções de sucesso do cancioneiro nacional – como “Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor”, de Lô e Márcio Borges, gravada por Milton Nascimento no álbum “Pietá”, de 2003, e “Gatas Extraordinárias”, de Caetano Veloso – e músicas inéditas de compositores da nova MPB, a exemplo de “Nascer de Novo”, de Dani Black, filho de Tetê Espíndola.

Encerrando o quarto dia de Festival, o grupo carioca Pedro Luís e A Parede, eleito em 2011 como a melhor banda de pop/rock do País no 22º Prêmio da Música Brasileira, promete fazer muito gente cair no suingue. A PLAP, como o sexteto é conhecido, vai apresentar o repertório de seu mais recente DVD, “Navilouca Ao Vivo”, gravado há um ano no Circo Voador, tradicional casa de shows do boêmio bairro da Lapa, no Rio de Janeiro. Completando 15 anos de carreira, o grupo formado pelo músico e compositor Pedro Luís (voz, violão e guitarra) e pela “Parede” composta por C.A. Ferrari (bateria e percussão), Celso Alvim (bateria e percussão), Mário Moura (baixo), Sidon Silva (bateria e percussão) e Leonardo Saad (percussão) toca uma espécie de “brazilian batucada”, como batizou o percussionista Sidon no início da carreira da banda. Nada mais que a mistura de samba, suingue e rock que marca o estilo musical da PLAP em mais de uma década de trabalho pelos palcos brasileiros e estrangeiros.

SEXTA-FEIRA – Às 19h terá início o show do terceiro grupo classificado na Mostra de Bandas Universitárias do Festival. Logo em seguida, Fortaleza receberá, também pela primeira vez, um dos artistas mais representativos e premiados da nova geração da música brasileira, o paulistano Marcelo Jeneci. Ele apresentará o show de seu primeiro álbum, “Feito pra Acabar”, lançado em dezembro de 2010 e que vem colecionando boas críticas. “Felicidade”, deste disco, foi eleita a melhor música do ano pelo júri do Prêmio Multishow, realizado no último dia 6 de setembro. O trabalho de Jeneci é calcado em sua própria vivência musicial. Apesar de ter apenas um álbum com composições próprias, é instrumentista desde cedo. Hoje, aos 28 anos, tem no currículo mais de dez anos como músico acompanhante de variados nomes da música nacional, como Chico César. Entre seus parceiros de composição estão Arnaldo Antunes, Zélia Duncan e Vanessa da Mata.

E para encerrar a noite e a programação do Festival, o pernambucano Alceu Valença promete fazer mexer o público do Campus do Pici com repertório de grandes sucessos, como “La belle de jour”, “Tropicana” e “Anunciação”, que não devem ficar de fora da apresentação. Com 39 anos de carreira, Alceu garantiu seu espaço na história da música brasileira ao utilizar guitarra com baixo elétrico em arranjos para maracatus, cocos e repentes de viola. Anos mais tarde, surpreendeu ao lançar canções auxiliado por sintetizador eletrônico. Com mais de 30 álbuns lançados, seu mais recente é “Ciranda Mourisca”, de 2008, que o público também poderá conferir na sexta-feira. 

O FESTIVAL – Inspirado na Nuestra América de José Martí, pensador cubano, o tema do IV Festival UFC de Cultura põe em foco a identidade latino-americana: a heterogeneidade de países, com heranças culturais próprias que se unem na construção de uma só América, a Latina. Devido aos muitos aspectos que permeiam a miscigenação cultural de seu território, a busca pela integração latino-americana não é tarefa fácil. Com essa proposta, a programação do Festival trará expressões culturais, artísticas e estéticas dos vários países que compõem nosso continente, tendo ao centro os sentidos que fazem pulsar a vida do povo latino-americano e suscitando reflexões.

CARIRI – Depois de três edições em Fortaleza, o Festival UFC de Cultura se expande e acontece pela primeira vez no Campus do Cariri. De 25 a 27 de outubro de 2011, oficinas, shows, debates e apresentações culturais ocuparão os diversos espaços do prédio da UFC em Juazeiro do Norte. O evento contará na abertura com a apresentação de Orquestra de Rabecas do Cariri e se encerrará com o show do grupo Cabruêra, da Paraíba. Nos debates, os rumos da universidade pública e das grandes cidades entrarão em pauta. Oficinas de grafite prometem deixar seus vestígios pela estrutura do Campus, além de apresentações de grupos locais.

A programação completa do IV Festival UFC de Cultura estará, em breve, no site www.festivalufcdecultura.ufc.br. Novidades podem ser acompanhadas também pelo twitter @festivalUFC ou pela fanpage do evento no facebook (www.facebook.com/pages/Festival-UFC-de-Cultura/204167589645767).

O IV Festival UFC de Cultura é uma realização da Coordenadoria de Comunicação Social e Marketing Institucional da Universidade Federal do Ceará, em parceria com a Sociedade Cearense de Jornalismo Cientifico e Cultural (SCJCC). Conta com patrocínio do Banco do Nordeste e do Banco do Brasil. Tem apoio cultural do Governo do Estado, através da Secretaria da Cultura, Prefeitura Municipal de Fortaleza, Coelce, Assembleia Legislativa do Ceará, Câmara Municipal de Fortaleza, Serviço Social do Comércio (Sesc-CE), Centro de Treinamento e Desenvolvimento (Cetrede) e Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura (FCPC). 

Fonte: Coordenação de Produção do IV Festival UFC de Cultura – (fone: 85 3366 7319) / Produção do IV Festival UFC de Cultura – Via de Comunicação e Cultura – (fone: 85 3262 7230 / e-mail: festivalufc@gmail.com)



Universidade Federal do Ceará - UFC
Coordenadoria de Comunicação Social e Marketing Institucional
(85) 3366.7331 / 3366.7332

domingo, 18 de setembro de 2011

Hey Joe

Hoje completa 41 anos sem James Marshall Hendrix, Jimi Hendrix (1942-1970), mais uma “vítima” do rock, abuso de drogas e dos 27 anos, combinação fatal. Nascido em Seatle, que viria a ser mais tarde a terra do Grunge, Hendrix é por muitos considerados o melhor guitarrista de todos os tempos, e aquele que popularizou o pedal wah-wah, utilizou a microfonia como estilo musical e durante o festival de Woodstock tocou o hino nacional americano The Star-Spangled Star com efeitos sonoros de bombas e tiros produzidas por sua guitarra. 

Descendente de índios cherokees é considerado ao lado de Morrison, um dos poetas do rock americano, iniciou sua carreira no início da década de 1960 sob influência do blues e do old rock, alista-se no exército, mas não chega a ir a Guerra do Vietnã (1965 -1975), entretanto suas músicas é popular entre os soldados americanos. Inicia sua carreira em 1965 em sua cidade natal e no ano seguinte muda-se para Londres onde entra em contato com outros monstros do Rock como Beatles, Erick Clapton, Jeff Beck, The Who e o jovem Farokh Bussara (Freddy Mercury). 

Chega a Inglaterra no início do rock psicodélico o que marca profundamente seu estilo de se apresentar nos palcos a base de altas doses de álcool e LSD, Hendrix bota fogo e quebra a sua guitarra, toca com ela nas costas, com os dentes, usar microfonia, solos longos, sua platéia entra em transe junto com ele. Em 1967 lança o álbum Are you experienced, sendo batido apenas pelo famosíssimo Sgt. Peppers dos Beatles. 

Finalmente Hendrix entra no roll dos grandes músicos do rock. No ano seguinte retorna aos EUA e funda seu próprio estúdio Electry Ladyland, mas nesse momento o abuso de álcool e drogas já estava atrapalhando Hendrix em seu desempenho nos palcos e nas relações com pessoas próximas sendo preso algumas vezes. 

Em 1969 ele entra no movimento da contra-cultura e toca em Woodstock sob efeito potente de LSD para uma platéia que o celebrava. Entre 1969 e 1971 diverso ícones do rock morreram pela combinação intensa e fatal de rock, drogas e 27 anos. Brian Jones (1969) Janis Joplin (1970) Jim Morrison (1971). Hendrix se junta a essa constelação de gênios do rock em 18 de Setembro de 1970, encontrado morto em seu quarto de hotel vítima de sufocamento ocasionado pelo seu vômito depois de uma noite regada a drogas, vinho tinto e remédios para dormir. Assim como os demais mortos, surgiram várias teorias de conspirações sobre a morte dele, mas nenhuma confirmada. Então, celebremos Jimi! 

 

I'm goin' way down south, way down where I can be free!

sábado, 17 de setembro de 2011

Não Deixe o Samba Morrer

Nessa semana, no dia 14, seria aniversário natalício de Milton de Oliveira Ismael Silva, ou simplesmente Ismael Silva. Para as novas gerações quase ninguém o conhece, autor de sambas formosíssimos como Se você Jurar, Ao romper da Aurora, Pra me livrar do mal, entre outros. 

Da segunda geração de sambistas, Ismael nasceu em 1905 em Niterói-RJ, era o mais novo de cinco irmãos. Com a morte do pai a família passa por dificuldades financeiras e mudam-se para o bairro Estácio de Sá, onde Ismael passa a compor seus sambas a partir dos 15 anos de idade. Bairro que será incorporado ao seu nome dentro do meio do samba: Ismael da Estácio. Aos 20 grava seu primeiro samba Me faz carinhos, que promove sua aproximação com Francisco Alves, O Rei da Voz.

Ao lado deste e Nilton Bastos monta o grupo chamado Os Bambas da Estácio. No carnaval de 1931 o trio compõe aquele que seria um dos melhores sambas já feito: Se você Jurar, aliás samba muito importante na vida do autor deste texto.



Se você jurar que me tem amor
Eu posso me regenerar
Mas se é para fingir, mulher
A orgia assim não vou deixar
Muito tenho sofrido
Por minha lealdade
Agora estou sabido
Não vou atrás de amizade
A minha vida é boa
Não tenho em que pensar
Por uma coisa à-toa
Não vou me regenerar
A mulher é um jogo
Difícil de acertar
E o home como um bobo
Não se cansa de jogar
O que eu posso fazer
É se você jurar
Arriscar a perder
Ou desta vez então ganhar

Nota-se claramente na letra da música a influência do momento em que viviam. O samba deixa de ter o ritmo quebrado do partido alto que a primeira geração (Donga, Mauro de Almeida e outros) cantava nos terreiros e passa a ser mais cadenciado. Assim como a letra, influenciados pela ascensão de Getúlio Vargas ao Poder em 1930 e a campanha da construção do “novo homem brasileiro”, os sambas passam a falar do malandro que busca a regeneração, que quer deixar a boemia e ter uma vida regrada. O Samba deixa de ser marginalizado e passa tocar nas principais emissoras de rádio da capital federal. 

Nessa mesma época ele fazia parte daquela que foi a primeira escola de samba do Brasil: "Deixa Falar"; do qual ele era fundador e que após sua mudança para o centro do Rio de Janeiro e a morte de Nilton Bastos em 1931 deixa de existir após três anos de desfile. Se aproxima de Noel Rosa e compuseram juntos 18 canções. Seu afastamento do mundo do samba ocorreu devido a sua prisão após atirar em Edu Monteiro, cumpriu dois anos dos cincos que foi condenado por bom comportamento. Ficou recluso até a década de 1950 quando foi “ressuscitado” após a gravação do samba Antonico. Faz alguns shows esporádicos e veio a falecer em 1978 vitimado por um ataque cardíaco.

A seguir um vídeo do grande sambista

Vamos ao circo?????

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Pra você que gosta de fotografar





Se você clicar na imagem, ela amplia e você consegue ler todas as informações com relação ao evento e como participar. 

Se você gosta de fotografar, você não pode ficar fora desta, aproveite! Mas corra porque as inscrições encerram ainda essa semana! 

Uma ótima semana a todos e uma super beijoka cultural a todos.

Suyanne Correia

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Homenagem do Google a Freddie Mercury


 
 
No dia em que completaria 65 anos, hoje,  Freddie Mercury recebeu uma série de homenagens. O cantor ganhou uma animação na página inicial do Google. Os companheiros de banda exibiram, no canal oficial do Queen no YouTube, dois shows que fizeram no estádio inglês Wembley, em 1986. Em outro vídeo, Katy Perry cantou "Parabéns Para Você" para o ex-vocalista do Queen, que morreu em 1991. "Você não se foi, você tem nos inspirado e me inspirou", disse a cantora. Além de Katy, Foo Fighters e Smashing Pumpkins falaram sobre a importância do Queen em suas carreiras.

Com sua voz poderosa e incrível domínio do palco, tendo conquistado platéias pelo mundo afora durante mais de duas décadas, Freddie quase dispensa apresentações. Mas para entender melhor quem ele foi e de onde veio, um atlas histórico-geográfico ajuda muito. Queen é cultura, então, vamos em frente. Freddie Mercury nasceu em Zanzibar, uma ilha próxima à costa leste da África, em 5 de setembro de 1946, tendo sido batizado como Farokh Bulsara. Seus pais, Jer e Bomi Bulsara, são provenientes da região de Gujarati, na Índia, descendentes dos persas que para lá imigraram há mais de mil anos fugindo de perseguições religiosas. Eles fazem parte de um grupo étnico conhecido como Parsees, seguidores do zoroastrismo. Bomi Bulsara era um funcionário do estado, trabalhando como caixa da suprema corte do governo britânico em Zanzibar, na época uma colônia da Grã-Bretanha. Aos oito anos, Farok foi mandado para a St. Peter Boarding School, uma escola inglesa perto de Bombain, na Índia, onde começou a ser chamado Freddie pelos colegas. Foi lá também que formou sua primeira banda - The Hectics. Durante os anos seguintes, Freddie voltava à sua ilha natal somente para as férias. Em 1963, no entanto, Zanzibar se tornou independente e em 1964 estava à beira de uma revolução liderada pelo partido africano. Muitos ingleses e indianos tiveram que abandonar a ilha por razões de segurança, entre eles a família Bulsara, que acabou se instalando em Feltham, Middlesex, um subúrbio de Londres. Freddie tinha então 17 anos. Afeito aos esportes, tendo sido campeão de tênis de mesa aos dez anos de idade, mas principalmente apaixonado pelas artes, ele decidiu entrar para o Ealing College of Art em setembro de 1966, a fim de seguir um curso de ilustração gráfica. No Ealing, ele se tornou amigo de Tim Staffell, vocalista e baixista de uma banda chamada Smile, cujos demais componentes vinham a ser Brian May e Roger Taylor. O contato com o Smile acendeu em Freddie a vontade de fazer parte de um grupo de rock. Ele passou por algumas bandas que tentavam encontrar espaço no cenário musical londrino: Ibex, Sour Milk Sea e Wreckage, mas quando Tim Staffell resolveu sair do Smile para formar um novo grupo, Freddie não pensou duas vezes para se unir a Brian e Roger. Um pouco antes do lançamento do primeiro disco do Queen, ele decidiu mudar seu sobrenome para Mercury. Ainda em 1970, Freddie conheceu Mary Austin, gerente da butique Biba no bairro de Kensington. Os dois começaram a namorar no ano seguinte, numa relação que durou até quase o final da década de 70, quando Freddie assumiu sua bissexualidade. Apesar disso, Mary continuou sendo sua melhor amiga e pessoa de confiança. Embora a maior parte de sua carreira se confunda com a do Queen, Freddie Mercury também lançou alguns trabalhos solo: os LPs Mr. Bad Guy (1985) e, com a diva Montserrat Caballé, Barcelona (1988), e participou do musical Time, de David Clark. Aficcionado pelo balé, chegou a fazer uma apresentação beneficente, dançando Bohemian Rhapsody com o Royal Ballet de Londres, em 1979. Tanto o balé como a ópera foram elementos fundamentais no desenvolvimento de sua performance, e a verdade é que Freddie nunca deixou de se aperfeiçoar. Diz o guitarrista Brian May que, mesmo quando Freddie já estava muito doente, "sua voz, miraculosamente, se tornava cada vez melhor". Ao falecer, em 24 de novembro de 1991, devido a complicações pulmonares provenientes da Aids, o vocalista deixou sua mansão em Kensington e boa parte de sua fortuna para Mary Austin. Músicos e fãs de todas as partes do mundo prestavam suas homenagens pela morte do embaixador do rock, significando O FIM DE UMA ERA. A casa de Freddie situa-se em 1Logan Place, em Kensington, Londres. Há um muro ao redor da propriedade, que agora pertence à Mary Austin. Portanto você pode somente olhar o lado de fora da propriedade. O muro todo pintado e repleto de pixações de homenagens de fãs do mundo inteiro que aparece no vídeo "Champions Of The World" é da casa de Freddie. Freddie foi cremado num funeral, e não há túmulo ou qualquer outra lembrança para que os fãs possam visitar. Em 1992 foi inaugurada uma estátua em sua homenagem em Montreux, na Suiça. É muito provável que seus pais tenham ficado com suas cinzas. Os pais de Freddie, seu último namorado, Jim Hutton e os assistentes Peter Freestone e Joe Fanelli também foram beneficiários, assim como entidades de apoio a doentes de Aids. Por seus amigos e colegas, Freddie é lembrado como um espírito livre, criativo, generoso, cheio de energia, talento e excelente senso de humor. Por nós, ele será sempre lembrado pela soma de todas essas qualidades expressa em música: Bohemian Rhapsody, March of the Black Queen, Love of my Life, We are the Champions, Crazy Little Thing Called Love, Barcelona e muito, muito mais… 

dados de: http://www.queenbrazil.com/vocal.html

 

Meryl Streep interpretará Clarisse Lispercor


A atriz Meryl Streep aceitou o convite do autor e pesquisador americano Benjamin Moser para interpretar Clarice Lispector no cinema.

100 anos de moda em 100 segundos


Esse vídeo foi feitopara divulgar um novo shopping em Londres que será aberto agora em setembro. Ele retrata de um forma bem divertida e criativa as mudanças no mundo da moda que tivemos desde 1911 até os dias de hoje, contando também com o modelitos de cada época, o penteado do cabelo, música e forma de dançar. Tenho que dizer que minhas décadas preferidas em relação a moda e a música são 50, 70 e 80! Os criadores do vídeo queriam fazer uma referencia a moda do leste de Londres. 

sábado, 3 de setembro de 2011

Festival de Teatro em Guaramiranga - CE

Os municípios de Fortaleza e Guaramiranga recebem a partir deste fim de semana de setembro uma temporada de espetáculos teatrais. O Festiva Nordestino de Teatro é destaque na região do maciço de Baturité, em Guaramiranga, a a 102 quilômetros de Fortaleza, que traz 30 espetáculos teatrais divididos em oito mostras, além de apresentações de reisado e shows.

No 8º Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga, também ocorre a décima edição do Encontro de Artistas Pesquisadores que discutem este ano o tema “O teatro e a poética do espaço”. O primeiro espetáculo apresentado no festival é o infantil “Uma Linda Donzela”, do Grupo Garajal (CE), às 17h deste sábado (3). O fim de semana de estreia também conta peças do Rio de Janeiro (Roda Saia Gira Vida) e da Paraíba (O Evangelho Segundo São Mateus).  

Confira a programação completa deste sábado e domingo (4) do festival:


3 de setembro (sábado)
17h - Uma Linda Donzela - Grupo Garajal (CE)
19h30 - Roda Saia Gira Vida - Teatro de Anônimo (RJ)
20h - Orquestra Cidade da Arte (CE)
21h30 – Carivari - Grupo Ninho de Teatro (CE)
22h30 - O Evangelho Segundo São Mateus - Grupo Delírio (PR)

4 de setembro (domingo)
10h – Ciclo de debates
17h - O Lendário Mundo de Zico - Grupo Garajal (CE)
19h30 - Triim - Grupo Barafustar de Teatro
20h - Circuluz Brincante - Grupo Tapete Criações Cênicas (MA)

DESTAQUES DO ANO DE 2010 - CE

 
 
 
ATENÇÃO: Dia 06 de setembro, a tão esperada festa do TROFÉU CARLOS CÂMARA E DOS DESTAQUES DO ANO DE 2010. A festa acontecerá no Sesc Emiliano Queiroz a partir das 20hs. 
Confirmada a presença da classe artística. ENTRADA FRANCA. 
Evento Idealizado e concebido por Marcelo Farias Costa em 1986, quando lançou um cartaz  na primeira edição do evento com os dizeres que se referiam aos artistas cearenses que residiam fora: O TEATRO CEARENSE PRECISA DE VOCÊ.
O evento conta com a sua divulgação, apoio e principalmente presença. para que façamos dessa uma noite brilhante e motivadora para os organizadores de tal evento e para prestigiar a categoria de artistas locais que temos em nossa cidade e que não deixam de forma alguma a desejar o teatro feitos em outros lugares do nosso país. Só precisamos acreditar cada vez mais em nós e nos nossos! 

sexta-feira, 2 de setembro de 2011