sábado, 31 de dezembro de 2011

Simpatias para o ano novo

Começar o ano novo com o pé direito já é uma regra. Fazer algumas simpatias poderá ser divertido e mal não vai fazer. Abra seus caminhos neste 2012.
Atrair ou manter um amor
Quem é casada e quer manter o relacionamento deve acender duas velas amarelas. Peça a Oxum – a deusa do amor, da fertilidade, da pureza e do ouro – estabilidade no relacionamento. Se for solteira, acenda uma, e peça para que apareça alguém especial em sua vida. Depois de acesa, derrame mel em volta da vela, coloque quatro búzios, quatro moedas de mesmo valor e oito ou dezesseis rosas amarelas. Para dar certo é preciso ficar na praia até a vela terminar de queimar.
Para o amor voltar
Escolha oito pedaços de fitas coloridas com 1 metro (todas devem ter cores diferentes, menos preto e vermelho). Olhe na direção do mar e coloque quatro fitas em cada ombro. Com os pés na água, despetale três rosas amarelas. Jogue as pétalas por cima da sua cabeça e deixe que elas caiam no mar. Solte então uma fita de cada vez na água e peça que Oxum traga de volta quem você ama.


Para ter sorte no amor
Pegue cinco ou oito rosas brancas (números de Iemanjá e Oxum), perfume de alfazema, fitas com as cores da harmonia (azul, amarelo, rosa, branco e verde), espelho, talco, sabonete e bijuterias. Forre uma cesta com celofane, amarre uma fita no cabo deuma flor e jogue um pouco de talco e de perfume por cima. Depois, coloque o espelho, o sabonete e as bijuterias na cesta e leve para o mar. Conte três ondas e, na quarta, ofereça a cesta à Iemanjá e a Oxum.





Para ter felicidade
Comece a usar, a partir do dia 30 de dezembro, um par de meias brancas novas. No quarto dia, coloque a meia do pé direito no sol. Depois atire-a longe -cuidado para ela não cair em nenhum lugar úmido. À meia-noite do dia 31 coloque a meia do pé esquerdo ao luar e depois jogue longe dizendo: “Minhas meias foram longe. Não têm teia, nem idade. Se elas se foram, porque se foram, virá a felicidade. Assim seja”.




Para afastar maus fluidos
Na beira do mar, com a água na altura da canela, derrame pipoca ao longo de seu corpo, da cabeça aos pés. Deixe que o mar leve a pipoca, que é um elemento do orixá Omolu, senhor da vida, da cura e da saúde.
Para ter paz, tranqüilidade e prosperidade
Misture pétalas de rosa branca, arroz cru e uma essência e passe pelo corpo. Olhando para o mar, reze pedindo paz e prosperidade para o ano que se aproxima. Tire os sapatos e entre no mar vestida com uma roupa branca. Dê três mergulhos e dê costas para a areia.
Para ter dinheiro o ano inteiro
Leve para a praia sete rosas brancas, sete moedas do mesmo valor, perfume de alfazema e um champanhe. Reze para Iemanjá e para os orixás que têm força no mar. Conte sete ondas e jogue as flores no mar. Em seguida, coloque o conteúdo do champanhe e ofereça aos orixás. Lave as moedas com o perfume e coloque-as na mão direita. Mergulhe a mão na água e peça proteção financeira. Deixe o mar levar seis moedas e fique com uma, que deve ser guardada como amuleto durante o ano.
Crendices e superstições de Ano Novo
Acredita-se que comer lentilha traz sorte, pois, como é um alimento que cresce, faz a pessoa crescer também;
Uma das simpatias mais comuns feitas no Ano Novo para atrair dinheiro é a da romã. Chupe sete sementes na noite de Réveillon, embrulhe todas num papel e guarde o pacotinho na carteira para ter dinheiro o ano inteiro;
O consumo de aves, como o peru e o frango, e o de caranguejo não é indicado na ceia de Ano Novo. Como esses animais ciscam ou andam para trás, acredita-se que quem comê-los regride na vida;
Guarde uma folha de louro na carteira durante o ano inteiro para ter sorte;
Coma três uvas à meia-noite, fazendo um pedido para cada uma delas;
Jogue moedas da rua para dentro de casa para atrair riqueza;
Dê três pulinhos com uma taça de champanhe na mão, sem derramar nenhuma gota, e jogue todo o champanhe para trás para deixar tudo o que for ruim no passado;
Passe as 12 badaladas em cima de uma cadeira ou banquinho e depois desça com o pé direito;
Pule num pé só (o direito), à meia-noite, para atrair coisas boas;
Não passe a virada do ano de bolsos vazios para não continuar o ano inteiro com eles vazios;
Coloque uma nota no sapato para chamar dinheiro;
No dia 31, faça uma boa limpeza na casa, varrendo-a de trás para frente. Coloque para fora todo lixo, objetos quebrados e lâmpadas queimadas. Não guarde as roupas do avesso;
Para evitar energias ruins, muitas pessoas lavam os batentes das portas com sal grosso e água e borrifam água benta nos quatro cantos da casa;
Na primeira noite do ano, use lençóis limpos;
À meia-noite, para ter sorte no amor, cumprimente em primeiro lugar uma pessoa do sexo oposto;
Quem pretende viajar bastante no ano que se aproxima, deve pegar uma mala vazia e dar uma volta dentro de casa;
Abra as portas e janelas da casa e deixe as luzes acesas;

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

MinC anuncia metas de ampliação do Plano Nacional de Cultura

O Ministério da Cultura apresentou na terça-feira (13/12), em Brasília, as metas do Plano Nacional de Cultura (PNC) que pretende implementar até 2020. Elaboradas a partir de consultas públicas e aprovadas pelo Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), os 53 objetivos vão do mapeamento das várias formas de expressão cultural existentes em todo o território brasileiro ao desejo de ver 10% do dinheiro do Fundo Social do Pré-Sal destinado à cultura.
Apresentado pela ministra Ana de Hollanda como uma iniciativa que reflete o esforço coletivo para assegurar o total exercício dos direitos culturais dos brasileiros, independentemente de situação econômica, localização geográfica, origem étnica ou idade, o plano também prevê o aumento real dos recursos públicos federais destinados à cultura.
A meta é elevar dos atuais 0,036% do Produto Interno Bruto (PIB), o que equivale a R$ 1,34 bilhão, para 0,05% em 2020, atingindo R$ 2,64 bilhões. Além disso, o ministério almeja ampliar também o volume de recursos destinados à cultura por meio da renúncia fiscal e das leis de incentivo. A meta é elevar dos atuais 0,05% do PIB para 0,06%. Embora pareça pouco, o aumento resultaria na elevação dos atuais R$ 1,29 bilhão para R$ 2,21 bilhões, ou seja, um crescimento de cerca de 70%.

Entre as diretrizes do plano também estão o estímulo à leitura e a ampliação do número de espaços culturais, principalmente, nas cidades de menor porte ou que integram os chamados territórios da cidadania. A meta é que, até 2020, o brasileiro leia uma média anual de 4 livros que não sejam técnicos. Atualmente, a média é de 1,3 livro por ano.

No texto de apresentação, a ministra Ana de Hollanda defende que o plano reafirma o papel indutor do Estado no campo da cultura, ao mesmo tempo em que garante a pluralidade de gêneros, estilos e tecnologias, assegurando modalidades artístico-culturais adequadas às particularidades da população, das comunidades e das regiões do país.
“É a primeira vez, em quase 30 anos de existência, que o ministério tem objetivos planificados a partir da discussão com a sociedade”, afirma Ana de Hollanda na cartilha contendo as metas do plano, referindo-se ao processo de consulta pública e ao Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC).

O plano prevê que, até 2020, o Sistema Nacional de Cultura esteja efetivamente implementado em todos os estados brasileiro, além do Distrito Federal. E que 60% dos municípios de todas as unidades da federação tenham atualizado o Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (Sniic). Além de subsidiar a formulação de políticas públicas culturais, os dados do Sniic permitem um diagnóstico do setor.  

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Do porque não quero mais dar aulas

Por ocasião do destino acabei saindo da sala de aula, não por que eu propriamente quis, apenas por questão do destino, e recentemente conversando com uma amiga ela me fez o seguinte sincero desabafo que quero compartilhar Não é porque é cansativo e desgastante, acho q isso muitas outras profissões também o são, às vezes muito mais. Não é porque é uma puta duma responsabilidade e tensão constante lidar com filhos dos outros. Acho q um médico tem uma carga de stress por conta desses fatores bem maior que a minha. Não é porque é um trabalho solitário em que você quase não tem amigos de profissão e que as pessoas que passam a maior parte do tempo com você não tem idade o suficiente pra te compreender ou compartilhar assuntos do seu interesse. É porque é cansativo, desgastante, tenso, solitário, uma puta duma responsabilidade e ingrato. Acho lindo, e hoje sei admirar como ninguém o trabalho de um professor. Sua paciência, determinação, persistência e principalmente sua resignação. Sempre disse – a quem me perguntava o que eu estava achando de dar aulas – que, antes de mais nada, é um trabalho ingrato. Sabe quando você vai ao médico porque está doente e precisa dele? Ou quando vai ao banco porque precisa de um empréstimo? Ou quando vai ao dentista para tratar seus dentes? Pois é. Você procura esses prestadores de serviço. Você não é obrigado a ir até eles. Eu presto serviços também. Mas não para aqueles que me procuram. Eu presto serviço para os filhos daqueles que me procuram. Ou seja, eu presto serviço por tabela. E, acreditem, não é legal. Vocês podem dizer: “Mas o professor pode conquistar o aluno”, “muito alunos querem/gostam de aprender” e outros blablablas. E eu digo que sim. Há esses casos. Mas são exceções. E não dá pra viver de exceções na vida. Recuso-me a viver com base nessa logica perversa de um mundo que vende a exceção como regra. De que você pode ser uma Gisele Bunchen, um Sílvio Santos ou até mesmo uma Pereirao que vai ganhar na loteria um dia e ajeitar a vida... Não dá pra se iludir com filmes que mostram professores de escolas de algum canto do Bronx dando jeito em turmas aparentemente sem futuro nenhum e sendo aclamado pelos alunos e pela escola no final do ano letivo. Não sei se as pessoas reparam, mas esses professores, normalmente, são deixados pelas esposas/maridos, gastam todo seu dinheiro com livros pra escola e tem seus carros violados por alunos agressivos. Pois é, “mas isso são ossos do ofício” alguns diriam, e eu respondo: Tô de boa desses ossos do ofício então. Claro que não acho que meu carro será violado por um aluno (apesar de ser possível) e nem tomo como base filmes em que, diferente da realidade, o professor tem no máximo 20 alunos em sala e total liberdade pra tratar do assunto que quiser sem se preocupar com o “cumprimento da programação”. Mas muita gente se emociona e eu também acho digno tanta entrega e tanto comprometimento em situações tão “adversas”. É de se admirar. Não de se viver. Na realidade nua e crua em que vivo – o ensino particular – os problemas dos alunos não são pais alcoólatras, presidiários ou viciados. São pais permissivos que transferem a responsabilidade da educação (de valores, princípios) pra escola e cobram da instituição aquilo que eles mesmos não ensinam. Nessa realidade as preocupações dos alunos não são de levar comida pra casa ou de passar o maior tempo possível fora dela pra não cruzarem com o padrasto abusador, mas de se aquela sua camiseta da Abercrombie está lavada pra usar na festinha daquela noite ou se o Justin Bieber vai ver seu twitt no @fãclubeJbibber. Em uma realidade em que se cobra a atuação de um professor mediador e não detentor do conhecimento e que ao mesmo tempo te joga 40 alunos cheios de hormônios dentro de uma sala; que se investe em tecnologia como catalisador de aprendizado e que não te oferece a possibilidade de sair do beabá da apostila tradicional, as exceções não compensam as regras. De novo, acho admirável continuar em uma luta para a inspiração de pelo menos alguns dentro da multidão, porque essa inspiração existe. É possível perceber aqueles que de fato você conseguiu contribuir pra formação de um senso crítico e crescimento pessoal. Mas são tão poucos... E como cantaria Maria Rita, “pouco eu não quero mais...” Eu poderia fazer tudo de uma maneira mais fácil. Eu poderia ignorar que essa instituição (escola) é falida, que não faz sentido colocar seres humanos fechados dentro de salas por períodos tão extensos do seu dia (pq afinal, não é só a escola, ainda tem o inglês, o espanhol, o Kumon e por aí vai), que não faz sentido cobrar notas e comportamento se todo aluno que paga no final das contas será aprovado e... Enfim, eu poderia ignorar tudo isso, entrar na sala de aula, fazer todo mundo calar a boca, passar o conteúdo cristalizado da apostila, dar notas gratuitas e ainda receber elogios de mães e da escola. Mas eu não consigo, eu não quero. Por que como disse o grande Darcy Ribeiro um dia: Nós temos duas opções nessa vida, se resignar ou se indignar, e eu não vou me resignar nunca. Eu quero contribuir para uma mudança no mundo, eu quero dar o melhor de mim para o melhor de todos, mas não mais desse jeito. Não de um jeito que me destrua. Porque eu também quero viver e viver bem. Afinal a gente não sabe muita coisa da vida, mas sabemos que é breve. E que se você não tem tempo pra cuidar de você e se dedicar àquilo que te faz bem você também não terá nada de bom para oferecer aos outros. Sei que sou nova, que tenho muita coisa pra viver, mas algumas coisas são interessantes a gente aprender a partir das experiências dos outros. E eu aprendi. Aprendi com a minha mãe que é possível encontrar sua realização no trabalho depois dos 40 e com filhos já crescidos. Assim como aprendi com meu pai que é possível você nunca encontra-la. Com ele aprendi também que a vida nos revela surpresas e que uma doença crônica pode te trazer o mal, mas também pode te levar à um estilo de vida muito mais leve e proveitoso. Por fim, essas minhas reflexões são tudo que tenho para levar comigo ao ano de 2012... Afinal, agora, depois de pedir minha demissão, eu sou apenas mais uma garota latino-americana com seus vinte e poucos anos e sem dinheiro no bolso... Texto de Joana a Imaginária Digo que os bons profissionais estão saindo da educação, acorda Brasil!!!!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Tiririca pode ser o novo garoto propaganda do Ibram


O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), subordinado ao Ministério da Cultura, estuda lançar uma campanha estrelada pelo deputado federal Tiririca (PR-SP) pela valorização dos museus, segundo a assessoria de imprensa do instituto.
“Você sabe o que é um museu? Eu também não, mas vamos descobrir”.” Segundo o deputado Tiririca, o mais votado na eleição do ano passado, esta deverá ser sua fala na campanha pela popularização dos museus no país.
A ideia de parafrasear o slogan de sua campanha eleitoral partiu do presidente do Ibram, José Nascimento, de acordo com o deputado.
“Achei sensacional. Ele [Nascimento] que propôs o slogan e eu topei na hora. Se eu não gostasse, falava. Mas achei demais e é importante popularizar o museu. De onde eu venho pouca gente sabe o que é. Acham que é coisa de velho””, disse Tiririca, natural do Ceará.
A assessoria de imprensa do Ibram confirmou a intenção de utilizar o deputado como garoto-propaganda, mas disse que não há uma previsão de quando a campanha deverá ser lançada.
Tiririca afirmou que apoia inciativas museológicas, como a criação de Museu Itinerante do Circo e a inclusão da cultura circense no Museu da Diversidade Brasileira. Este museu faz parte do projeto “Esplanada dos Museus” dos governos federal e do Distrito Federal e cujo objetivo é implantar cinco novos museus na região da Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
A audiência pública para discutir a cobrança de tarifas e concessão de alvarás para a instalação de circos no país. Ele é autor do projeto de lei 1527/11 que prevê a criação de programas assistenciais específicos para profissionais do circo.
Segundo Tiririca, “burocracia” e “discriminação” dificultam a difusão da arte circense pelo país. “Não sei se é por causa da origem simples, mas tem cidades em que o prefeito dificulta. Eu comecei a trabalhar no circo aos oito anos e sei bem o que é isso”, afirmou.
O deputado defendeu que as taxas pagas pelos circos (luz, água, Corpo de Bombeiros, arrecadação de direitos autorais de músicas, etc) sejam reduzidas. “Eles querem pagar, mas não como uma empresa”, disse.
Tiririca disse que não apresentou projeto de lei sobre o tema porque a maioria dos tributos são municipais e não podem ser alterados por lei federal. No entanto, ele espera realizar outras audiências públicas sobre o tema e contar com o apoio da Confederação Federal dos Municípios (CNM) para interceder junto a prefeitos.

Fonte: Globo.com/G1